E quem sabe dizer ao certo o que é dar o melhor de si? Quem define o máximo e o mínimo da história?
O broto desabrochou e, dali, o vermelho mais intenso e bonito surgiu, emergiu. Nasceu. A nuvem se dissipou. Só nos restou o céu brilhante, de cores homogêneas, e sensações em formas totais. Do ar, a pureza mais profunda de uma palavra solta. Presa. Ali. Exatamente naquele contingente de sensações, vibrações e sentimentos, estava o que eu tinha de melhor: o seu melhor.
Perdido em uníssono. Vagando calmamente pelo que nos fora reservado. O que é a pressa e para que ela nos é útil? Aceleraram os ponteiros do relógio, e lá estive eu, à espera do próximo “nós”.
Roubaram de mim o rumo (in)certo. No lugar, deram-me o maior presente.
Alegaram que o possível era imoral. Numa retomada de pensamentos, desfiz a confusão intensa. Refiz as sensações e emoções que, verdadeiramente, compensam. De nós, o único “eu” funciona na primeira pessoa do plural.
Que me desculpem os incrédulos, mas única certeza que se pode ter é a crença de um passado rastejante, presente e futuro emocionante. Todas as respostas se concentraram na simplicidade de tudo o que nos foi complexo.
Que, ao certo, é capaz de dizer que não? Viver o nosso sim é a prova de que remar contra a maré é mais prazeroso do que o imaginado. Aqui estamos nós, à espera do tempo e das decisões. Ali estão eles, a vigiar cada movimento.
Decorar: sentir e guardar. Reservar unicamente aquilo que faz parte. Assim o faço. Contra a inconstância fugaz, tudo aquilo que faz sentido.
O tempo correu lentamente. Pareceu intriga.
Um turbilhão de tudo. De tudo, um turbilhão. Sintamo-nos capazes, e assim o somos. Estamos em meio às apostas, somos as peças-chave.

Adorei teu blog Isaac...
ResponderExcluirVou t q t cobrar uma taxa...
rsrrs...
Boa sorte aê na sua vida de escritor! Já tô na fila pra fã nº 1 e ñ abro mão disso!!
Tá ótimooooo...